dia a dia

A internet e o politicamente correcto

15:49

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Navegar na internet é uma das experiências mais interessantes e aposto que há imensas teses de psicologia versando esta temática. Ir para o facebook então é inacreditável, as pessoas esquecem completamente o que podem ou não dizer, a forma como se devem dirigir a outras pessoas, esquecem o politicamente correcto e usam da palavra para se atacar, muitas vezes de forma cruel e feroz, uns aos outros.

Já ninguém quer saber se o que diz pode magoar outras pessoas, frases são usadas como armas de arremesso e muitas vezes fazem mossas tão grandes que chegam a causar danos irreversíveis. Os chamados heróis de sofá, que se escondem atrás de uma tela para falarem de forma rude, alguns usando perfis falsos outros não tendo qualquer pudor em mostrar quem são, esquecem o respeito ao próximo e fazem comentários muitas vezes xenófobos, racistas, homofóbicos, enfim, destilam ódio para todo o lado. Vemos muitas vezes pessoas usando-se de pseudo-brincadeiras para dizerem coisas horríveis, deixando um rasto de mau estar por onde passam.

Tudo isto só me deixa triste, perceber que se perdem valores porque há quem pense que por estar num telemóvel ou num computador pode dizer qualquer coisa, indiscriminadamente e achar que ninguém tem que se sentir ofendido com as suas ofensas. As pessoas acham que o Facebook é uma selva e que prevalece a lei do mais forte. Eu não nasci para seguir ninguém e recuso-me a alinhar em carneiradas. Principalmente quando aqueles que se acham os reis da selva pensam que podem morder os calcanhares dos que não seguem as suas pisadas tentando que as pessoas, com medo de serem enxovalhadas, se retraiam e baixem a cabeça. Eu não sou assim, posso não ser líder mas não sou seguidora. Prefiro ser um lobo solitário a entrar nestas guerrilhas territoriais.

Falta muita consciência e (agora vou dizer uma coisa que se calhar criará controvérsia) etiqueta para se navegar na internet. Podemos não concordar todos com o mesmo mas podemos respeitar os outros, a menos que os outros só consigam destilar ódio por tudo e todos.

filmes

5 Filmes para ver ainda este ano

15:18

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Baseado na série homónima de Stephen King tenho muita curiosidade em relação a este filme. Com Idris Elba e Matthew McConaughey A Torre Negra promete agarrar-me ao ecrã.





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Depois de ter feito parte do meu imaginário de criança estava ansiosa para que este filme estreasse mas depois desanimei. Mas quero mesmo muito vê-lo afinal Emma Watson...













Gostei do primeiro por isso que venha o segundo, entretém, tem ação por isso acho que será óptimo para desanuviar.












Wonder Woman porque tenho visto excelentes críticas prometendo uma protagonista cheia de garra.








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E claro Justice League até porque tenho a certeza que os meus miúdos quererão ver estes 3 últimos comigo e passaremos umas tardes bem jeitosas.





Depois de terminar o post reparei que todos os filmes que quero ver têm como base livros, porque será? 

Literatura

Currently Reading | O Senhor das Sombras

16:30

Esta é a minha leitura do momento, Cassandra Clare nunca me desilude e estou a ler lentamente porque sinto uma certa necessidade de ir saboreando o livro já que o próximo só para o ano. Ainda são perto de 700 páginas por isso espero que me dure pelo menos uma semana.

É o segundo livro de Os Artifícios Negros e está a ser excelente, além de personagens fantásticas revemos outros que nos deixaram saudades.

parentalidade

Educar um filho...

12:34

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Olá,

Depois de uma conversa com amigas que também são mães fiquei a pensar no que é isto de ser mãe e o que é ser educador. Fui mãe jovem, tinha 21 anos acabados de fazer quando nasceu a minha filha mais velha. Não tinha só os medos comuns de uma mãe de primeira (ou qualquer) viagem como tinha todo um conjunto de certezas que hoje não tenho mais. Quanto mais anos se passam e mais conheço os meus filhos mais percebo que não sei nada de parentalidade.

Faz-me muita confusão aquelas pessoas que se acham que sabem tudo porque são mais velhas, têm mais filhos ou às vezes mais dinheiro e se há coisa que me faz comichão é aquele tipo de gente que compara todas as crianças ao anjinho da prima Maria que era um exemplo para todos (até ao dia em que, com 20 anos, foi preso por assassinar a própria mãe). Se há algo que a vida me ensinou é que todas as crianças são diferentes e não interessa se lhes incutimos os mesmos princípios e ensinamos as mesmas regras e a mesma forma de estar, cada criança tem a sua própria personalidade que se molda ao ambiente que as rodeia.

Tenho 3 filhos as raparigas com 16 e (quaaaaase) 8 e o rapaz que é o mais novo tem 5 e meio e são todos absolutamente diferentes uns dos outros. Uma das coisas que aprendi com os anos e vejo agora nos meus filhos mais novos é que eles percebem que tudo é aceitável desde que não se magoem ou magoem os outros, o Rafael adora carrinhos (é completamente apaixonado por hot wheels) mas há dias que é capaz de ficar horas a brincar com a Luísa às cozinhas, aos bebés, pais e filhos e mais recentemente com os Pinys (aqueles pinypons grandes que eu nem conhecia mas eles são viciados). Adoro ver que eles brincam sem preconceito brincadeiras que sempre foram consideradas de menina ou de menino, mostra que em casa têm essa abertura apesar de na escola ainda haver muita distinção. Em casa faço a minha parte.

Todos são diferentes, cada qual com a sua personalidade, cada um com a sua forma de estar e de ver o mundo e apoio-os a todos incondicionalmente, tento mostrar-lhes que não se deve ser preconceituoso,ou xenófobo nem ter qualquer tipo de fobia a pessoas que sejam diferentes deles. Tento mostrar-lhes que mesmo na diferença somos todos iguais e que eles são amados exactamente como são. Mas há dias que é difícil principalmente quando vivemos numa sociedade em que os estereótipos estão tão vincados que temos de lutar contra toda a gente para conseguirmos ensinar os nossos filhos da forma que achamos correcta sem cair nos extremos.

A todas as pessoas que têm a mania de romantizar a maternidade um grande vão-se lixar, não há trabalho mais duro, mais tenso, mais desesperante, mas... também não há nada mais recompensador ou pagamento mais doce que o sorriso ou um beijo e um abraço. 

Há sempre muito mais a dizer e outros textos surgirão...

filmes

Opinião do filme Everything, Everything

14:38

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Olá 

Bem isto não será uma review propriamente dita já que não sou critica de cinema e já li o livro o ano passado (vejam a opinião aqui) mas gostaria de deixar uma pequena opinião e comparação entre ambos.

Quando lemos um livro para mais tarde ver o filme (ou vice versa) acabamos por perceber como fica sempre tanto por dizer e explorar do papel para a tela e aqui não é excepção. Faltou muita coisa, muitos detalhes que faziam todo o sentido. Faltou muito do contexto familiar de Olly que daria outra dinâmica à história assim como faltou ali uma parte fundamental da relação de Madeline com a mãe ali perto do meio. Também no final faltou um detalhe que me parece que faria muito sentido para o fecho de um ciclo importante para a jovem e a progenitora.

Não obstante o filme está bastante decente, muito leve para um final de tarde ou serão mais calmo, não tem grandes percalços mas conta uma história interessante e com uma mensagem importante, senti que faltou alguma coerência nas entradas e saídas da casa de Maddy. É importante porém frisar que estando perante uma relação inter-racial que é tratada de uma forma tão normal e tão natural que não existe qualquer tipo de temática relacionada com o preconceito e confesso que gostei bastante desta abordagem porque quando se frisa demasiado algo acaba por tirar a essência ao romance propriamente dito.

Enquanto o livro está cheio de notas e ilustrações e informações dadas de forma juvenil, fácil e interessante o filme tem cenas muito engraçadas (as primeiras cenas com o astronauta levaram-me às lágrimas de tanto rir) e um pouco surrealistas, gostei principalmente das cenas de troca de mensagens dos jovens.

Gostei bastante do filme, foi muito interessante ver a pequena Rue de Hunger Games tão crescida, Amandla Stenberg é uma excelente actriz com uma expressividade incrível, também Nick Robinson, que já tinha visto no filme A 5.ª Vaga (filme com o livro homónimo também publicado pela Editorial Presença) teve um desempenho incrível como Olly e estou ansiosa para vê-lo como Simon no filme Love, Simon (adaptação do livro Simon vs de homo sapiens agenda ou O Coração de Simon contra o Mundo de Becky Abertally publicado pela Porto Editora) já que foi um livro que adorei.

Não é o filme das nossas vidas mas dá para passar um bom bocado e como adaptação não está assim tão má.

kdrama

Currently Watching | Temperature of Love

15:57

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Vou no 10.º episódio deste romance coreano temperado com humor, amizade, intrigas, amor e muita comida. Adoro o casal acho que tem imensa química e todas as personagens secundárias são interessantíssimas. A história até agora está boa, dois jovens ambiciosos que lutam pelo seu futuro e o mais interessante é o facto de, sem preconceitos, a protagonista feminina ser mais velha. Adoro-os. Excelente elenco. Também seguem este dorama?

Literatura

5 livros para ler até ao final do ano

14:26


Olá gente!

Então como vos disse adoro ler mas este ano tenho andado numa reading slump monstruosa que li 1/5 do que costumo ler normalmente. Passei inclusivamente meses inteiros sem conseguir ler nada, que desgraça. Ainda assim trago uma mini lista de livros da minha estante que espero ler até ao final deste ano.





Fã confessa de Cassandra Clare, li todos os livros deste universo. O Senhor das Sombras é  segundo livro da trilogia Os Artifícios Negros e segue-se a Lady Midnight. Com 664 páginas é um livro enorme que irá pesar nos braços portanto a ler apenas em casa mas confesso que estou ansiosa para lhe pegar.









Depois de Rainha Vermelha chega a Portugal o segundo livro da trilogia de Victoria Aveyard, Espada de Vidro, uma distopia young-adult com Mare Barrow como protagonista. Já não leio uma distopia há muito tempo e estou ansiosa.











O Espadachim é o primeiro livro da autora Katharine Ashe em Portugal, já foi publicado o segundo livro, O Conde, mas como quero ler por ordem vou ver se consigo pegar neste ainda em Novembro.
A Topseller foi a primeira (e única) autora no nosso país a começar a apostar em capas mais ousadas e confesso ADORO! Como o romance de época é dos meus géneros literários favoritos não podia deixar de terminar o ano a ler um destes livros.


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Chegou finalmente mais um livro da série de Terry Goodkind, para mal dos meus pecados chegou outro logo a seguir o que faz com que tenha ficado atrasada. Uma fantasia épica espectacular que me deixa agarradíssima às páginas.







Depois de ter ouvido maravilhas do livro A Viúva de Fiona Barton decidi que tinha de terminar o ano a ler um livro da mesma, apesar de não ler muitos thrillers/policiais é um género que adoro e espero conseguir pegar neste livro.


E vocês têm planos de leitura para estes dois meses?